domingo, 5 de junho de 2011

Morte Ilusória

A vontade constante
No desespero incessante
a procura de  quem sou
A mente aberta o declínio ilusório
Na perda de meu caminho
e  de minha  alma ao desconhecido quem

conflito irradiante da mente
confuso pensamento de desejo
parado ao corpo resistente
a carnificina rotineira

asas em constante combustão
que teimam a cicatrizar dolorosamente
enquanto o tempo me extingui os sonhos
que deixam marcas feitas na brasa do pesadelo

A gloria que se acaba na alvorada final
De um salto imaginário e delirante
ao infinito tentador de novas almas
e o sangue na lamina do sacrifício
que escorre das veias intoxicadas
pela realidade suja da vida rotineira

                                            Gabby  Pelegrino
                                                               05/06/2011

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