A vontade constante
No desespero incessante
a procura de quem sou
A mente aberta o declínio ilusório
Na perda de meu caminho
e de minha alma ao desconhecido quem
conflito irradiante da mente
confuso pensamento de desejo
parado ao corpo resistente
a carnificina rotineira
asas em constante combustão
que teimam a cicatrizar dolorosamente
enquanto o tempo me extingui os sonhos
que deixam marcas feitas na brasa do pesadelo
A gloria que se acaba na alvorada final
De um salto imaginário e delirante
ao infinito tentador de novas almas
e o sangue na lamina do sacrifício
que escorre das veias intoxicadas
pela realidade suja da vida rotineira
Gabby Pelegrino
05/06/2011
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